domingo, 26 de dezembro de 2010

ESQUIMÓ



Esquimós são povos indígenas  que habitam tradicionalmente as regiões em torno doCírculo Polar Ártico , no extremo norte da Terra, como o leste da Sibéria, o norte do Alasca e do Canadá e a Groenlândia.
A cultura esquimó, pouco conhecida e comentada, é considerada uma das mais amplas e uniformes do mundo. Vivem da Pesca e da caça, retirando a gordura de baleia,foca e urso para usar como alimento e combustível para seus trenós. os esquimós costumam comer carnes cruas (de onde provém o nome esquimó – comedor de carne crua), inclusive o fígado cru da própria caça, sua única fonte de vitamina C. Os costumes são passados de geração para geração, inclusive as técnicas de caça e os comportamentos em sociedade, uma das tradições é  compartilhar suas esposas com o visitante, ou  a mulher mais alta socialmente da família era oferecida para fazer companhia para o visitante como presente de maior prestigio, porém ela tinha o direito de recusar. Como a recusa não ficaria bem para o anfitrião, este, para demonstrar respeito ao visitante, tinha que oferecê-lo outro presente no lugar.Fazem isso com a  finalidade de confundir os maus espíritos em catástrofes ambientais e outras situações inesperadas.
Os esquimós se vestem com peles de animais, porém, ao contrário dos outros povos, eles usam a pele voltada para dentro, de forma a mantê-la mais próxima ao corpo e promover um aquecimento mais adequado. Para se cumprimentar, os esquimós tocam-se uns nos outros com a pontinha do nariz. O motivo? Eles recorrem ao nariz, pois é uma das únicas partes do corpo que não fica coberta de roupas. (ZAMPIERI, Ana Maria Fonseca - wikipedia.org) .
A cultura esquimó é a que inclui, em sua dieta, a maior quantidade de gordura. Ainda assim, os esquimós apresentam a menor taxa de doenças relacionadas ao consumo excessivo de gordura, pois só é consumida gordura insaturada, proveniente de peixes e focas. Atualmente os esquimós não pertencem a nenhuma nação, são nômades e conhecidos por serem um povo solidário e acolhedor. O conceito de família, patriarcal e poligâmica (podendo o homem ter várias mulheres, de acordo com suas riquezas) é muito importante dentro da sociedade inuit. Suas características físicas são a baixa estatura e os braços curtos e fortes.  Enquanto os homens preparam os utensílios para a caça e a pesca, as mulheres cozinham e costuram roupas feitas com a pele dos animais caçados. Os tendões dos animais são usados como linha para a costura das peles. No período de inverno, quando a comida fica escassa, os homens saem para viajar e caçar, e se for necessário passar muitos dias nessas expedições, eles constroem os iglus, que são casas temporárias feitas com gelo. Em relação à língua dos esquimós, esta se divide em quatro dialetos bem parecidos, todos compostos apenas por verbos e substantivos.

Os do norte do Oceano Pacífico tem o curioso costume de casamento em grupo: todos os irmãos e primos do noivo exigem o direito de manter relações sexuais com as esposas destes. Como casar e divorciar são coisas fáceis, cada homem acaba tenso relações com todas as mulheres da comunidade. O jovem marido se mudava para a casa dos seus sogros, onde ele era proibido de olhar para a sogra – caso isto acontecesse, ele tinha que dar um presente para ela como gesto de pedir desculpas.
No século 18, caçadores russos entraram no Alasca e, ao descobrirem os costumes sexuais dos esquimós, deles procuraram tirar proveito. Mas deixaram doenças venéreas.  
Na Groelândia, os esquimós locais vivem em grandes casas comuns e, na hora do repouso, pratica-se o chamado "jogo de apagar as lâmpadas", onde todos buscam esposas alheias para terem relações sexuais, não excluídos eventuais hóspedes. As mulheres as vezes, tem cópulas com cães que vivem nos grupos esquimós. Sua liberdade sexual é necessária do ponto de vista social e biológico.
Os Kutchin (que vivem até hoje na região do Alasca), as pessoas de idade pediam para serem mortas pelos seus descendentes quando eles não eram mais úteis e consideradas um peso para a sociedade. Por se tratar de uma questão de sobrevivência, os jovens obedeciam a esta ordem dos mais velhos e, um ano depois, celebravam uma cerimônia para lembrar deles – tudo isto com muita naturalidade e sem grandes lamentações. Isto lembra de uma antiga tradição do norte do Japão, no Monte Narayama

3 comentários:

  1. Bela matéria,gosto muito de sair do mundo real presente para um mundo real ausente,ainda pretendo morar ou passar por um tempo em uma tribo..

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  2. Bela matéria,gosto muito de sair do mundo real presente para um mundo real ausente,ainda pretendo morar ou passar por um tempo em uma tribo..

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  3. Oi Gavião, obrigada
    Realmente é interessante conhecer novos costumes e tradições, mas se fosse um clima menos frio, seria melhor rsrsrsr

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Obrigada pela participação, assim que possível darei retorno.